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Saúde

3 de setembro de 2018

Extrema atinge meta de vacinação contra sarampo e poliomielite

Extrema conseguiu atingir a meta de imunização contra o sarampo e a poliomielite. Por isso, a campanha não será prorrogada no município. O objetivo da mobilização era aplicar 1.797 doses de cada vacina na cidade. Ao final do prazo, neste sábado, 1º de setembro, a Secretaria de Saúde já havia aplicado 2.016 vacinas contra a pólio, totalizando 112,19% de cobertura vacinal. Já em relação à tríplice viral, que imuniza contra sarampo, caxumba e rubéola, foram aplicadas 2.010 vacinas, o que equivale a 111,85% da meta de cobertura.

Estados e municípios que ainda estão abaixo da meta de vacinar, pelo menos, 95% das crianças de um a menores de cinco anos contra pólio e sarampo, terão mais 15 dias para ofertar as duas vacinas na rede pública de saúde. A campanha de vacinação deste ano foi indiscriminada, ou seja, pretendeu vacinar todas as crianças dessa faixa etária no país, para manter coberturas homogêneas de vacinação. Para a poliomielite, as que não tomaram nenhuma dose durante a vida, receberam a Vacina Inativada Poliomielite (VIP). Já os menores de cinco anos que já tinham tomado uma ou mais doses da vacina, receberam a Vacina Oral Poliomielite (VOP), a gotinha. Em relação ao sarampo, todas as crianças receberam uma dose da vacina tríplice viral, independente da situação vacinal, desde que não tenham sido vacinadas nos últimos trinta dias.

Desde que observou redução nas coberturas vacinais do país, o Ministério da Saúde tem alertado sobre o risco da volta de doenças que já não circulavam no Brasil, como é o caso do sarampo. O Brasil recebeu, em 2016, da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), o certificado de eliminação da circulação do vírus do sarampo, e atualmente empreende esforços para manter o certificado, principalmente por meio do fortalecimento da vigilância epidemiológica, da rede laboratorial e de estratégias de imunização. Atualmente, o Brasil enfrenta dois surtos de sarampo: em Roraima e no Amazonas.

Já em relação à poliomielite, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), três países ainda são considerados endêmicos: Paquistão, Nigéria e Afeganistão. O Brasil está livre da poliomielite desde 1990. Em 1994, o país recebeu, da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), a Certificação de Área Livre de Circulação do Poliovírus Selvagem.