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Saúde

12 de dezembro de 2017

Campanha Dezembro Vermelho alerta sobre prevenção à Aids e outras DSTs

O mês de dezembro é conhecido como Dezembro Vermelho em apoio a prevenção ao HIV/Aids e outras infecções sexualmente transmissíveis. A Secretaria de Saúde de Extrema orienta a todos a realizar os testes rápidos nas unidades de saúde do seu bairro.

AIDS é uma doença séria e afeta todo o mundo. Por isso, disseminar informações sobre a doença e sua forma de prevenção é muito importante. Como ponto de mobilização e conscientização da população, o Dia Mundial de Luta contra a AIDS é celebrado no dia 1º de Dezembro, e a data visa reforçar também a solidariedade e o respeito em relação às pessoas infectadas pelo HIV. Por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), o Brasil é referência internacional no tratamento de AIDS, disponibilizando ao cidadão o coquetel de medicamentos, bem como o acesso gratuito a testagem de sorologia e ao preservativo (camisinha).

Neste ano, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) lança a campanha “AIDS: o maior perigo é não saber”. A ação contará com a divulgação da testagem rápida nos serviços de saúde, distribuição de materiais informativos e insumos de prevenção para a população e em diversas Unidades de Saúde do SUS.

O Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais do Ministério da Saúde recomendou aos órgãos que trabalham com saúde pública e saúde coletiva passem a usar a nomenclatura “IST” (infecções sexualmente transmissíveis)no lugar de “DST” (doenças sexualmente transmissíveis). A nova denominação é uma das atualizações da estrutura regimental do Ministério da Saúde por meio do pelo Decreto nº 8.901/2016 publicada no Diário Oficial da União em 11 de novembro de 2016, Seção I, páginas 03 a 17.

A denominação ‘D’, de ‘DST’, vem de doença, que implica em sintomas e sinais visíveis no organismo do indivíduo. Já ‘Infecções’ podem ter períodos assintomáticas (sífilis, herpes genital, condiloma acuminado, por exemplo) ou se mantém assintomáticas durante toda a vida do indivíduo (casos da infecção pelo HPV e vírus do Herpes) e são somente detectadas por meio de exames laboratoriais”. O termo IST é mais adequado e já é utilizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelos principais Organismos que lidam com a temática das Infecções Sexualmente Transmissíveis ao redor do mundo.

Segundo a UNAIDS – agência da ONU para assuntos relacionados à AIDS, o número de novas infecções por HIV diminuiu 35,5% entre 2000 e 2014. Já no Brasil, os novos casos aumentaram no mesmo período. Em 2000, estimava-se que o número de novos casos de HIV estava entre 29 mil e 51 mil. Em 2014, estimou-se entre 31 mil e 57 mil novos casos.

Em Minas Gerais, entre os anos de 2010 e 2015, foram diagnosticados mais de 18.602 casos de HIV/AIDS, sinalizando uma tendência de crescimento progressiva de 10% ao ano. Em relação a incidência, também houve aumento no Estado neste período, chegando a 20,4 pessoas a cada 100 mil habitantes. Em 2016, no período de janeiro a 21 de novembro, foram diagnosticadas 2.741 com a doença em Minas.

Fonte:  Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG)